A viagem – parte 2

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Eu gostaria de ter incluído as fotas relativas à parte 1 antes de iniciar a parte 2, mas como está difícil eu ir buscar a máquina por esses dias, vou deixar pra inserir tudo depois, humpf.

Bom, na quarta feira à noite fomos pra São Paulo, eu e toda a família trololó, e ficamos na casa da minha tia, que mora sozinha. Ela tem 02 filhas – minhas primas,  e 05 netos; Todos moram bem perto, na mesma rua do bairro da Mooca.

Na quinta pela manhã fomos ao Brás e deixamos as crianças em casa, porque elas não aguentam dar mais que meia dúzia de passos sem começar a choramingar. Minha tia comprou uma tonelada de toalhas de rosto pra fazer artesanato, e disse que os preços estavam ótimos, além de várias calças jeans, mas eu particularmente até que não vi moooita diferença de preço entre as roupas de lá e as daqui, talvez uma coisinha ou outra. O problema é que essa mulhegada que adora comprar entra em uma por uma das lojas, ai meus sais…Haja fôlego. Chegamos em casa podres, rsrs.

Minha prima queria porque queria de toda forma nos acompanhar na sexta-feira, mesmo eu insistindo que não haveria necessidade, pois ela é enfermeira e trabalha à noite, que ela teria que dormir super pouco, e blá blá blá. Mas não teve jeito, ela não abriu mão. No entanto, no bendito dia ela chegou do serviço às 7 da matina, capotou e só conseguiu aparecer 3 e tanta da tarde, quase 4. Aí eu desisti né? Ir aonde uma hora daquelas? Resultado: perdi o dia.

No sábado, acordamos bem cedinho, deixamos as crianças dormindo e primeiramente  passamos no Mosteiro São Bento, que é maravilhoso, muito bonito mesmo. De lá fomos pra 25 de março, que fica bem perto. Nuoossa, aquilo estava uma verdadeira loucuraaaaa, gente saindo pelo ladrão, tranqueira de todo tipo, camelô pra todo lado. Entramos em uma loja de brinquedos que estava intragável de lotada, mas consegui dar uma olhada nos preços e achei bem atrativos. Ainda por cima inventei de comprar um jogo pras crianças mas quase chorei na fila, de tanto desespero.

Depois do almoço fomos ao Museu da Língua Portuguesa. Lá é super legal, mas sinceramente, não deu pra ver nadica de nada porque as crianças não davam sossego. Pensei comigo mesma: “semana que vem vc não me escapa” hohoho. Na parte de baixo estava tendo uma apresentação de palhaços, pena que quando chegamos lá estava muito perto do fim. E o 3º andar estava com as senhas esgotadas.

De lá fomos à Pinacoteca, que fica em frente. Muito interessante também, com algumas esculturas muito belas. Depois entramos no Parque da Luz, as crianças deram umas boas corridas. Aí entramos na Estação da Luz, que é lindíssima, e de lá fomos caminhando pelo centro, com seus prédios super antigos e belos, até chegarmos à Praça da Sé, que estava bem vazia, pois já era tarde. As crianças já em petição de miséria, chatérrimas, rsrs.

E no domingo fomos ao Bairro Liberdade. Lá estava tendo uma feirinha, com alguns produtos relativos ao Oriente, mas muito pouca coisa, só mais a parte de alimentação, e as lojas estavam todas abertas. Nelas há muita coisa bonita, principalmente pra quem gosta de importados chineses. Existem muitas e muitas ruas com as famosas lampadas vermelhas, é bem legal, pena que não deu pra andar muito além da rua principal pois começou  a chuviscar e fazer um frio danado.

E à noite as crianças, juntamente com minha mãe e minha tia Ivone, embarcaram de volta a Belô. Uma coisa que achei curiosa foi que pro Gustavo bastou eu explicar que ele iria viajar no ônibus falante (ele tirou isso do filme Carros, e agora não há quem tire de sua cabecinha que todo carro é falante, rsrs) com a vovó mas que a mamãe iria ficar mais uns dias, e ele respondeu simplesmente: “Tá bom”, sendo que pra tudo ele me chama, me quer. Sentou na cadeira e de lá mesmo começou a observar o movimentos dos ônibus, encantado. Já a Gi, que se afeiçoa a todo mundo e elegeu a Tia Ivone como a paixão do momento, quando eu disse que iria ficar fez o maior escândalo, abriu um berreiro danado, foi a maior dificuldade distraí-la. Mistérios infantis, rs.

E a partir de segunda se iniciou a 3ª parte da minha viagem, cujas aventuras ficarão para o próximo capítulo!

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  1. Ah! vc foi na Liberdade? Eu adoro aquele lugar. A Luíza então enlouquece, quer entrar em todas as lojas e comprar tudo. Já saímos de lá carregadas de sacolas inúmeras vezes. Teve uma vez que ela me fez comprar 10 potinhos de lamen (miojo) de sabores diferentes, eu parecia uma sacoleira. Só rindo mesmo. Mas pelo que tô vendo foi bem bacana a sua viagem. Quero fotos.

  2. Flá, é bem como falamos né? Essas crianças nos surpreendem e nos pregam peças. Não adianta a gente se encher de certezas, porque elas mesmo se encarregam de inverter o que achamos ser “a ordem natural das coisas”.
    E a paulistana aqui não conhece nem o Mosteiro São Bento e nem a Feira da Liberdade. Dicas anotadas. Bjs e nem tão curiosa assim para o próximo capítulo, já que participei um pouquinho dele, hehehe.

  3. Gente!!! Que passeio completo?!!!!

    Cultura, natureza. Bom demais.

    Adoro São Paulo Flávia, aliás adoro o Brasil. Confesso que não gostaria de morar em Sampa mas pra passear é tudo de bom e vocês souberam escolher muito bem o roteiro.
    Você tá com uma cara feliz que bota inveja na gente (inveja boa) super, mega mãe.

    um grande abraço amiga virtual…

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