*Em geral detesto comédias americanas, porque são besteirol demais pra minha cabeça, muita patacoada com mulheres de peitaço de fora, e blergh em geral.Porém, Se beber não case foi exceção. Eu adorei,dei boas risadas.
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* Adoro filmes (e livros) sobre Reis e Rainhas, e A outra é muito legal. Só achei meio corrido, algumas situações meio que empurradas de forma a agilizar a trama e outras sem sentido (como por exemplo quando Henrique VIII, após mover mundos e fundos pra “finalizar” Ana Bolena enquanto a mesma faz doce, acaba por estuprá-la. Oi?) mas no geral gostei bastante. Agora quero ver Elizabeth e Elizabeth – A era de ouro, que é a filha de Ana, e pela sequência cronológica eu deveria ter visto depois, hohoho.
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Julie e Julia foi um filme bem legal, mas confesso que esperava algo mais. Gosto de filmes emocionantes, com drama; Sou particamente uma mexicana, rsrs. Adorei a parte da Julia Child, uma mulher incrível, diferente, de personalidade forte. Fora que a intérprete é Meryl Streep, né? Incrível, adoro. Já a parte da Julie ficou um pouco fraquinha. Enfim, médio.
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Coco antes de Channel foca na vida dessa mulher super influente em sua época apenas durante o período compreendido entre a infância, quando entra pra um orfanato, e o começo do sucesso. Achei que se prendeu demais à fase em que foi uma espécie de prostituta de luxo de um de seus amantes. Praticamente o filme inteiro. Gostei beeem mais da minissérie “Coco Channel”, exibida pela GNT e que retrata da infância à velhice, pulando várias partes obviamente, mas pelo menos mais emocionante e mais dinâmica.
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Lua Nova, continuação de Crepúsculo, é bonzinho no que se propõe, mas prefiro o primeiro, porque mostrou os protagonistas se conhecendo, se apaixonando, enfim, achei o roteiro do Creps melhor.Mas Lua também é muito legal, fotografia linda. Claro que dentro do que se propõe, qual seja, ser um filme romântico para adolescentes (Eu?3.lá-vai-pedrada? Oêêêê), com atores lindos porém com tanto talento de interpretação quanto uma laranja, mas belíssimos.
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A orfã é nada mais nada menos que um terror, trash como todos os filmes do gênero, porém com mais verba no orçamento, ou seja, mais bem acabado, fotografado, etc. Mas não adianta, é sempre muito clichê e bastante óbvio, à exceção do motivo pelo qual a tal orfã era tão macabra. Bom, mas algum diferencial tinha que haver, né?
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Eu andei assistindo vários filmes desde a última vez em que escrevi por aqui, então já não consigo mais me lembrar de todos nem muito menos tecer maiores comentários a respeito dos mesmos. Mas de toda forma colocarei os últimos:
“O menino do pijama listrado” – Adorei. Filme muito bom, que fala sobre os campos de concentração de judeus, sob uma ótica diferente: a de uma criança. Simples e bonito.
” A Origem” – Com Leonardo Di Caprio. Não consegui me concentrarm não consegui gostar. O roteiro é interessante mas muito louco.
” Ilha do medo” –